Smara, 23/04/08 – os sàbios e notáveis "chioukhs" dos tribos sahraouies da região Guelmim-Smara exprimiram as suas satisfaçoes pela sequência das declarações do representante pessoal do Secretário geral da O.N.U, o Sr. Peter Van Walsum na apresentação do seu relatório sobre o diferendo do Sara na frente do conselho de segurança, segundo as quais a independência do Sara "não é uma opção realista".
Numa declaração ao MAP, o Sr. Mohamed Ould Sid Bachir, membro do Conselho real consultivo para os negócios sarianos (CORCAS), indicou que embora não constituem uma surpresa, as declarações do Sr. Van Walsum porque elas vão no bom sentido, adoptadas e confortadas pelas grandes potências mundiais.
Do seu lado, o Sr. Lamziliki Ali, o presidente da Comissão dos negócios externos e da cooperação junto ao Corcas afirmou que as declarações do responsável da ONU são o resultado dos esforços realizados pelo Marrocos em diversos níveis, nomeadamente no plano diplomático, e pela sua fé na justiça e na legalidade internacional e com respeito a soberania das províncias do Sul.
Sublinhou igualmente que as negociações actuais com a frente do"polisaro" não deverão adiantar em nada, já que os separatistas não têm, realmente, nenhuma autonomia na decisão e pelo fato que todo està em funçào do que Argélia apresenta, razào pela qual os sabios e “ChuieiKhs” formaram o desejo que a posição do Conselho de segurança evoluirá neste sentido através da adopção de resoluções que consagram a legalidade internacional que possibilitam a saida deste conflito da seu ponto de impasse.
O Sr. Lamziliki, além disso, chamou a comunidade internacional de trabalhar para suprimir o bloqueio imposto contra os sequestrados de Tindouf cuja situação humanitária não cessa de deteriorar-se.
Por seu lado, Cheikh Ouali Khairi, que é presidente da comuna de Amgada ao falar em nome do tribo Rguibat Lbihat e a respeito das declarações de Van de Walsum o enviado especial da ONU que revelou uma realidade que efectivamente conhecem todos os líderes de "polisario" e os que o apoiam, mesmo aqueles que se recusam de reconhecer esta verdade que é baseada nomeadamente na soberania histórica, geográfica e religiosa do Marrocos sobre as suas províncias do Sul.
Por fim a única saída deste conflito artificial em redor do Sara marroquino, tem dito, tem que passar pela iniciativa marroquina que visa atribuir um estatuto de larga autonomia às províncias do Sul no âmbito da soberania marroquina.
Marrocos apresentará nos próximos meses uma versão finalizada do projecto de autonomia
Numa declaração ao MAP, o Sr. Mohamed Ould Sid Bachir, membro do Conselho real consultivo para os negócios sarianos (CORCAS), indicou que embora não constituem uma surpresa, as declarações do Sr. Van Walsum porque elas vão no bom sentido, adoptadas e confortadas pelas grandes potências mundiais.
Do seu lado, o Sr. Lamziliki Ali, o presidente da Comissão dos negócios externos e da cooperação junto ao Corcas afirmou que as declarações do responsável da ONU são o resultado dos esforços realizados pelo Marrocos em diversos níveis, nomeadamente no plano diplomático, e pela sua fé na justiça e na legalidade internacional e com respeito a soberania das províncias do Sul.
Sublinhou igualmente que as negociações actuais com a frente do"polisaro" não deverão adiantar em nada, já que os separatistas não têm, realmente, nenhuma autonomia na decisão e pelo fato que todo està em funçào do que Argélia apresenta, razào pela qual os sabios e “ChuieiKhs” formaram o desejo que a posição do Conselho de segurança evoluirá neste sentido através da adopção de resoluções que consagram a legalidade internacional que possibilitam a saida deste conflito da seu ponto de impasse.
O Sr. Lamziliki, além disso, chamou a comunidade internacional de trabalhar para suprimir o bloqueio imposto contra os sequestrados de Tindouf cuja situação humanitária não cessa de deteriorar-se.
Por seu lado, Cheikh Ouali Khairi, que é presidente da comuna de Amgada ao falar em nome do tribo Rguibat Lbihat e a respeito das declarações de Van de Walsum o enviado especial da ONU que revelou uma realidade que efectivamente conhecem todos os líderes de "polisario" e os que o apoiam, mesmo aqueles que se recusam de reconhecer esta verdade que é baseada nomeadamente na soberania histórica, geográfica e religiosa do Marrocos sobre as suas províncias do Sul.
Por fim a única saída deste conflito artificial em redor do Sara marroquino, tem dito, tem que passar pela iniciativa marroquina que visa atribuir um estatuto de larga autonomia às províncias do Sul no âmbito da soberania marroquina.
Marrocos apresentará nos próximos meses uma versão finalizada do projecto de autonomia
O ministro da Comunicação e porta-voz do governo, o Sr. Nabil Benabdellah, anunciou quinta-feira que o Marrocos apresentará, nos próximos meses, uma versão finalizada do projecto de autonomia das províncias do Sul, no âmbito da soberania nacional.
O Sr. Benabdellah sublinhou, aquando de um ponto de imprensa na sequência do Conselho de governo, que o Reino prossegue os seus esforços e a sua diligência que visa chegar à uma solução política negociada à pergunta do Sara e aceitada pelas partes.
O dossiê sobre o sara trata"dos desenvolvimentos" deste processo, o ministro sublinhou que as últimas declarações da esposa de Abdelaziz Al Marrakchi a um jornal espanhol a respeito da situação nos campos de Tindouf confirmam "a existência de uma verdadeira crise nestes campos" devido às pressões exercidas sobre os retidos e as violações diárias dos direitos do Homem.
Referindo ainda "a uma ausência total de independência" nos campos de Tindouf e o "monopólio da decisão por um punhado de líderes", aquelo faz com que "várias vozes ascenderam para denunciar esta situação".
Assim, explicou ao argumentar claramente que a tese separatista é "apenas uma grande mentira que dura desde 30 anos". O Sr. Benabdallah, por outro lado, recordou a criação do Conselho consultivo dos negócios sarianos (CORCAS) para o tratamento das questoes das províncias do Sul, afirmando que todas as componente da sociedade sahraouie "são bem-vindas no âmbito da soberania nacional e da integridade territorial do Reino".
Fontes:
